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Amor sem Escalas: filme sobre emprego e relações

George Clooney Amor Sem Escalas

 Ano:2009
 Gênero:Drama
 Diretor:Jason Reitman
 Atores:George Clooney, Vera Farmiga, Anna Kendrick

Com o nome original “Up in the air”, o filme de Jason Reitman (o mesmo diretor da obra prima “Juno”) se destaca pela leveza com a qual trata os relacionamentos afetivos vazios e os grandes dramas amorosos. Porém, por mais que, à primeira vista o filme passe a impressão de ser uma comédia romântica tola, assim como muitas outras que encontramos (a própria capa do filme pode criar essa ideia), a verdade é que o longa é muito mais do que isso. 

Para começar o filme é um drama e passa longe de comédia romântica, o único humor que encontramos é o humor negro. E o filme não se resume a simplesmente relacionamentos e amores perdidos, mas tem como plano de fundo um assunto bastante pertinente nos Estados Unidos e outras regiões do mundo: o desemprego.

Baseado no livro de Walter Kim, a história traz Ryan Bingham (George Clooney) que tem uma difícil profissão: viajar por diferentes cantos dos Estados Unidos para demitir funcionários de empresas em crise. Esse tema é bastante peculiar e é tratado com humor negro e um clima bem pesado, diga-se de passagem. Apesar do pesaroso trabalho, ele está satisfeito com sua vida que se resume a viagens, hotéis e carros alugados. Nas horas vagas ele oferece algumas palestras motivacionais sobre desapego, uma vez que é conhecido por carregar apenas uma mala pequena com itens indispensáveis em sua viagem.

Ryan tem a vida perfeita (ou pelo menos imaginava que era) com pouco envolvimento familiar, relacionamentos esporádicos e fugazes sem se prender a nenhuma mulher e uma conta bancária razoável. Essa vida de aventura e de não precisar se fixar em único lugar o agrada muito e o mantém em uma zona de conforto, sem precisar se apegar ou se envolver com ninguém, de fato. Porém, com a chegada de Nathalie (Anna Kendrick), uma funcionária jovem e determinada, ele vê sua rotina de trabalho ser ameaçada. Seu chefe propõe mantê-lo na sede da empresa, pois estão desenvolvendo um modelo de videoconferência que possibilita que as demissões sejam realizadas no ambiente virtual, economizando com gastos de deslocamentos, tornando o processo ainda mais impessoal e desumano.

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Vicky Cristina Barcelona: um olhar nada convencional sobre relacionamentos

Vicky Cristina Barcelona

 Ano:2008
 Gênero:Drama | Romance
 Diretor:Woody Allen
 Atores:Rebecca Hall, Scarlett Johansson, Javier Bardem

Este filme foge totalmente às convenções dos relacionamentos amorosos. Isso porque o longa traz um quadrilátero amoroso com muitas reviravoltas surpreendentes. Por mais que se tente adivinhar o final com mil e uma suposições, torna-se difícil e quase impossível chegar a uma conclusão certa com tantos personagens intensos e imprevisíveis que apimentam a narrativa.

O filme do consagrado diretor Woody Allen trata sobre os relacionamentos afetivos, como é de praxe em seus filmes. A diferença aqui é que ele não se envolve na história como costuma acontecer quando ele mesmo atua como um dos personagens e geralmente se envolve com uma garota bem mais nova do que ele. Deixando o ego de lado, Allen preferiu se manter distante como diretor e roteirista sem interferir na dinâmica do filme, o que foi fator determinante para dar um tom diferente a este filme e tornar o longa tão agradável, leve e peculiar.

A história envolve duas belas garotas norte-americanas chamada Vicky e Cristina, protagonizadas por Rebecca Hall e Scarlett Johansson respectivamente, além dos dois atores que representam a cidade de Barcelona e o espírito artístico catalão: Juan Antonio (Javier Bardem) e Maria Elena (Penelope Cruz). Os quatro excelentes atores escolhidos a dedo por Allen trouxeram o tempero que faltava ao filme, cada um com sua particularidade.

O roteiro é basicamente este: As duas americanas viajam a Barcelona, Vicky para apreciar arte e Cristina para procurar por novas aventuras. A primeira está noiva e às vésperas do seu casamento com um cara quadrado, burguês, conservador e puritano. Vicky procura estabilidade no amor, ou pelo menos era isso que acreditava enquanto Cristina quer vivenciar novas experiências, mas não está muito certa sobre o que quer, apenas tem certeza do que não quer. Nessa viagem elas conhecem o pintor Juan Antonio que as convida para passar um fim de semana em Oviedo para realizar um ménage à trois e é assim que a história se desenrola.

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